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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Engenheiro suíço cria avião movido a energia solar


O suíço Bertrand Piccard e o alemão andré Borschberg lideram o projeto do avião sustentável


A paixão por invenções e aventura está no sangue do suíço Bertrand Piccard. O avô Auguste projetava balões capazes de atingir grandes altitudes e o pai Jacques tornou-se um dos primeiros homens a explorar as partes mais profundas do oceano.
Em pleno século XXI, o representante da terceira geração da família se interessou por uma nova conquista. Ele deseja projetar uma aeronave integralmente abastecida por energia solar, capaz de dar a volta ao mundo.
Ao lado do engenheiro e piloto alemão André Borschberg, Bertrand Piccard lançou o projeto Solar Impulse, em 2003, e desde então estabeleceu parcerias com a Escola Politécnica de Lausanne, na França, a Agência Espacial Europeia e a fabricante francesa de aviões civis e militares Dassault. Após alguns anos de muitas pesquisas, a dupla projetou o HB-SIA, um avião que realizou seu primeiro voo em abril de 2010.
A prova de fogo aconteceu em julho daquele ano, quando Borschberg conduziu a aeronave durante a noite. Após 26 horas, 10 minutos e 19 segundos no ar, o avião abastecido por placas solares conseguiu completar seu primeiro voo noturno com sucesso. Agora, a Solar Impulse inicia a construção de sua segunda aeronave, a HB-SIB, que planeja completar a volta ao mundo sustentável em 2014. A conferir!
HB-SIA
Painéis: cerca de 11,5 mil células de silício foram instaladas para capturar a energia solar.
Envergadura: com 63,4 metros, as asas têm tamanho semelhante às de um Airbus A340.
Leve: Com 1,6 mil quilos, o peso do avião se compara ao de um carro.
Durante a noite, o HB-SIA voa em uma altitude de 1,5 mil metros, com velocidade de 45 quilômetros por hora para economizar a energia armazenada em baterias.
Fonte: Info


Helicópteros terão de voar mais alto na cidade de SP

Helicóptero sobrevoa zona oeste de São Paulo; aparelhos vão voar 60 metros mais alto
Helicóptero sobrevoa zona oeste de São Paulo; aparelhos vão voar 60 metros mais alto


Moradores de São Paulo atormentados pelo barulho dos helicópteros vão ganhar alívio a partir do próximo mês: o Serviço Regional de Proteção ao Voo (SRPV-SP) elevou em 200 pés (cerca de 60 metros) a altitude dos aparelhos que voam sobre a cidade.
A medida vale a partir de 13 de dezembro e a ideia é minimizar o ruído em bairros residenciais como Lapa, Butantã e Pinheiros, na zona oeste, que concentram as reclamações.
A cidade tem hoje 23 Rotas Especiais de Helicópteros (REH) --estradas aéreas onde é permitido voar. E a medida será aplicada em todas essas vias.
Em alguns corredores da Lapa, por exemplo, os helicópteros voam a 3.000 pés --ou 914 metros. A partir de dezembro, passam a 975 metros.
Em trechos da marginal do Pinheiros, o voo é realizado a 883 metros. Lá, por causa da grande quantidade de queixas, os pilotos passam a voar com altitude acima de 1 quilômetro, ganho até maior do que os 60 metros.
"Existe um plano da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para diminuir ruídos. Elevar o nível dos corredores é nossa contribuição", disse Carlos Heredia, consultor do SRPV, durante o Seminário da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero (Abraphe), na quarta-feira (07).

Fiscalização

A presidente da Sociedade de Moradores do Butantã, Marion Lautenberg, diz que a medida é um "sopro de ventos melhores".
"A gente só saberá se vai melhorar quando entrar em vigor. Também não adianta colocar uma placa de contramão em uma rua se as pessoas continuarem entrando. É preciso fiscalizar", afirmou.
Um problema recorrente é o fato de os helicópteros saírem das rotas preestabelecidas e cortarem caminho por bairros de forma irregular. Isso ocorre na Lapa e na Vila Romana, e há uma campanha constante por parte da Abraphe e do SRPV para que os pilotos evitem essa região.
"A medida é uma maravilha, mas eles precisam parar de querer cortar caminho por aqui. A cada 10 minutos passa um helicóptero", diz a presidente da Associação de Moradores pela Preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança (Assampalba), Maria Laura Fogaça Zei. 
Fonte: UOL

Veja como é fabricado o helicóptero utilizado pela presidente Dilma


Para fabricar o helicóptero EC725, utilizado pela presidente Dilma Rousseff, são necessárias 18 mil horas ou dois anos de trabalho. A aeronave tem vidro com filamentos em ouro, pás com interior de papelão e até equipamento blu-ray.
O helicóptero da presidente é fruto de um acordo de € 1,8 bilhão (cerca de R$ 4,67 bi) com as Forças Armadas, para a fabricação de 50 helicópteros do modelo EC725. 
No mercado, com uma configuração mais simples do que a utilizada pela presidente Dilma Rousseff, o EC225 – versão civil do helicóptero EC725– é avaliado em cerca de R$ 57 milhões.


UOL foi a Itajubá (MG) conhecer a única fábrica brasileira de helicópteros, a Helibras, que pertence ao grupo Eurocopter. São cinco grandes etapas que fazem parte do processo de fabricação: montagem, instalação elétrica, pintura, testes e manutenção.
A empresa, que monta as aeronaves de tecnologia francesa, pretende lançar o primeiro modelo 100% nacional até 2020. O país ainda não possui nenhum modelo com tecnologia totalmente brasileira.
Além da presidente Dilma Rousseff, o modelo também é utilizado pela Petrobras para o transporte de funcionários para plataformas de petróleo.
Para ver as Fotos Passo a Passo clique Aqui
Fonte: UOL